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Mostrando postagens de julho, 2019

Letra e tradução da cantiga trovadoresca "Ai flores, ai flores do verde pino"

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Este poema por D. Dinis, rei de Portugal. O trovadorismo foi o primeiro movimento literário da língua portuguesa, e na época, Portugal ficara independente da Espanha. Eu decidi traduzir o poema porque simplesmente me apaixonei por ele e fui tocada profundamente por cada verso, originalmente foi escrita em galego-português. No trovadorismo são encontradas dois tipos de cantigas: Líricas (cantigas de amor e amigo) e satíricas (cantigas de escárnio e mal-dizer). O poema a seguir é uma cantiga de amigo: Ai flores, ai flores do verde pino, se sabedes novas do meu amigo?  Ai Deus, e u é? Ai flores, ai flores do verde ramo, se sabedes novas do meu amado? Ai Deus, e u é? Se sabedes novas do meu amigo, aquel que mentiu do que pôs comigo? Ai Deus, e u é? Se sabedes novas do meu amado, aquel que mentiu do qui mi há jurado? Ai Deus, e u é? Vós me perguntardes polo voss'amigo, e eu bem vos digo que é san'e vivo. Ai Deus, e u é? Vós me perguntard...

"O tesouro de Bresa" - fábula de Malba Tahan.

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 "Era uma vez, na terra que antigamente era a Babilônia, atual Iraque, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim. Ele era homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser rico, aliás riquíssimo. Queria poder se vestir com os melhores tecidos e se deliciar com os melhores banquetes, frequentar os ambientes mais sofisticados, além de ser visto e respeitado como os mais nobres de sua época. Entretanto, como mero alfaiate não havia muitas formas de enriquecer rápida e grandiosamente. Principalmente, pois sua clientela também não estava entre os que detinham as grandes riquezas. Seu trabalho mal dava para o seu sustento na verdade.     Assim, apenas se ele encontrasse um tesouro de grande valor, ele iria realizar a façanha de tornar-se rico. Contudo, como e onde encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso? Essa era uma pergunta que não saia de seus pensamentos e, por vezes, furava seus dedos na agulha entre estes devaneios…  ...

Quíron, o curador ferido.

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       Aqui vai um pouco de mitologia grega:  Quíron foi um centauro - criatura metade homem, metade cavalo - filho de Cronos e Filira. Após seu nascimento, sua mãe o abandona na base do Monte Pélium - uma vez que sentiu vergonha da figura de seu filho. Lá havia estudos gregos, professores e mestres. Torna-se também um grande mestre e cria uma ligação com Apolo, o deus do Sol que carrega um arco-e-flecha consigo. As flechas de Apolo têm um veneno da Hidra de Lerna e quando ele luta contra os centauros do mal, acaba atingindo Quíron com uma flecha também.        As dores ficam tão insuportáveis que o centauro deseja a morte, pois embora o veneno seja mortal, Quíron era um ser imortal e sua ferida não cicatrizava. Então fez a única coisa que um mestre faria: buscou conhecimento e os aplicou de forma prática, sendo assim, aprendeu sobre ervas, unguentos e chás, descobrindo a cura para as doenças dos humanos e conseguindo amenizar sua própria dor...